Como plantar banana

agricultura_banana (Foto: Thinkstock)

Prata, nanicão e pacovan, que produzem cachos e frutos maiores, são as variedades mais cultivadas (Foto: Thinkstock)

Ela tem formato alongado e curvilíneo e polpa carnosa. A casca mole tem coloração que passa do verde ao amarelo, quando amadurece. Para quem a aprecia, oferece muitos benefícios à saúde. Excelente fonte de força e energia, a banana (Musa spp. da família Musaceae) tem presença garantida no cardápio de atletas e esportistas.

Além de contar com diversos nutrientes, como sódio, magnésio e fósforo, a banana é rica em potássio, substância que previne a incidência de cãibras. Também possui vitaminas A, C e do complexo B, além de propriedades que combatem inflamações intestinais e gastrites.

Seu principal consumo é in natura, porém há várias receitas que são feitas com banana, como sorvete, tortas, vitaminas, geléias, licores e doces. Assada ou frita é apreciada para acompanhar as refeições.

As plantações de bananeiras são encontradas sobretudo nas regiões Nordeste e Sudeste. A frutífera se desenvolve bem em locais com temperaturas entre 22 e 31 graus. Áreas com ocorrência de geadas ou ventos fortes devem ser evitadas. Planta de regiões úmidas e quentes, a bananeira tem sua origem no sul da Ásia.

Apesar de registrar apenas um cacho por ano, a produção é abundante. As pencas podem ser carregadas com um total de até 200 bananas. A bananeira é constituída de um falso tronco, formado por várias folhas grandes e verde-claras, que atingem de 1,8 a oito metros de altura. Elas nascem do caule subterrâneo da planta, conhecido como rizoma.

A cada safra, a bananeira se reproduz com a emissão de novas plantas. Sua propagação é realizada com mudas limpas da parte escura do rizoma. Entre as principais pragas que atacam a lavoura incluem moleque ou broca-do-rizoma, nematóides, tripes da ferrugem dos frutos e ácaros. Dependendo da variedade e do clima, a produção pode ser afetada por doenças, como sigatoka amarela ou negra, mal-do-paraná e moko. A cultivar nanicão IAC 2001, do IAC – Instituto Agronômico, é resistente à sigatoka amarela e apresenta tolerância à sigatoka negra.

Prata, nanicão e pacovan, que produzem cachos e frutos maiores, são as variedades mais cultivadas. Com frutos médios e grandes, a nanica é muito procurada em São Paulo e nos estados do Sul. A banana- maçã é menos produtiva, mas seus frutos são muito valorizados devido ao sabor diferenciado e à boa digestibilidade. No Nordeste e Centro-Oeste predomina a tipo prata, mas a de sabor e aroma mais nobre e de fácil digestão é a banana-maçã. Com teor elevado de amido, a figo e a terra são consumidas cozidas.

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Raio X

PLANTIO: o ano todo em regiões com boa irrigação e, no início da estação das chuvas, em locais de clima seco
SOLO: fértil, bem drenado, rico em matéria orgânica, livres de encharcamento
TEMPERATURA IDEAL: de 22 a 31 graus.
COLHEITA: cerca de um ano após o plantio, mas a seca e o frio podem aumentar o ciclo
ÁREA MÍNIMA: uma planta ocupa cinco metros

Mãos à obra

ÉPOCA – Em locais com boa irrigação, a plantação de mudas de bananeira se dá bem em qualquer período do ano. Porém, se a região for mais seca, a melhor época é o início da estação das chuvas.

LOCAL – As regiões úmidas e com chuvas regulares são as mais indicadas para o plantio de bananeiras. A planta também gosta de temperaturas quentes, desde que não seja em excesso. Locais onde ocorrem períodos abaixo de 15 graus devem ser evitados, pois não toleram geadas.

SOLO – Deve ser drenado e livre de encharcamento; o excesso de água leva as raízes ao apodrecimento. Escolha áreas pouco acidentadas, planas ou com declive abaixo de 8%. A profundidade deve ser acima de 25 centímetros. Mantenha o solo limpo com capinas regulares. Com facão, retire as folhas velhas e as brotações supérfluas.

ADUBAÇÃO – Para o preparo da terra, pode ser usada como adubo uma das seguintes opções: dez litros de esterco de curral curtido; dois litros de esterco de aves; ou um litro de torta de mamona. Mas, como a planta pede a adição de nutrientes, sobretudo potássio, é importante analisar o solo para determinar a adubação e a calagem.

SEMEADURA – O plantio das mudas é feito em covas de 30 x 30 x 30 centímetros. Também podem ser abertos sulcos em nível, com 30 centímetros de profundidade. O espaçamento é medido de acordo com o porte da cultivar: se alto, recomenda-se 2 x 3 metros ou 3 x 3 metros; se baixo ou médio, a indicação é de 2 x 2 metros ou 2 x 2,5 metros. Mantenha só uma família por cova.

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COLHEITA – Um ano depois do plantio e pode durar o ano todo. A colheita deve ser feita com cuidado, pois qualquer batida causa escurecimento dos frutos.

*Matéria publicada originalmente em março de 2007


Cómo Sembrar Banano con buenas Prácticas Agrícolas – TvAgro por Juan Gonzalo Angel


Twitter @juangangel
BUENAS PRÁCTICAS AGRICOLAS
Son principios básicos y prácticas generales de higiene en la producción primaria de los frutos y hortalizas frescas y otros vegetales para el consumo humano
Las Buenas Prácticas Agrícolas se consideran como una forma específica de producir o procesar productos agropecuarios; esto quiere decir que, el modo como se lleva a cabo el proceso de siembra, cosecha y poscosecha para los cultivos o el manejo que se les da a los animales para aprovechar sus carnes o lácteos, cumple con requerimientos específicos de producción limpia.

DESMACHE:
OBJETIVO
Mantener una población constante, una buena distribución de la plantación que permite la penetración adecuada de luz solar y un buen balance generacional, evitando competencias por luz nutriente.
PROCEDIMIENTO:
Eliminación mediante el sable de los hijos “indeseables” como puyones sobrantes” orejones”. El corte se hará de adentro hacia fuera evitando herir las plantas madres, lo más profundo posible del suelo para retrasar la salida de rebrotes.
El hijo se selecciona de acuerdo con el vigor y el lugar que ocupa respecto a la mata madre y a los hijos vecinos. Se deberán seleccionar preferiblemente el hijo primario siempre que esté bien ubicado, y si es posible que tenga brotes de yema en desarrollo (nietos).
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Juan Gonzalo Angel
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